I O INCOMPARÁVEL TEMPLO DO SENHOR EM JERUSALÉM
Introdução
Nenhum projeto humano, por mais rico e grandioso que seja, pode comparar-se à riqueza dos materiais, à beleza e à magnificência do Templo do Senhor em Jerusalém.
Biblicamente, não é correto afirmar que o seu nome era “Templo de Salomão”, pois as Escrituras o denominam Templo do Senhor, Casa do Senhor ou Casa de Deus. A expressão “Templo de Salomão” é uma designação histórica utilizada para identificar o primeiro templo construído em Jerusalém sob a liderança de Salomão.
Da mesma forma, nenhuma construção erguida por mãos humanas pode ser considerada uma réplica do Templo do Senhor e receber legitimamente a denominação de “Templo de Salomão”, pois essa expressão refere-se, na tradição histórica, exclusivamente ao templo edificado em Jerusalém por determinação divina e sob o reinado de Salomão.
Excelente observação. A Bíblia nunca chama oficialmente o edifício de “Templo de Salomão”. Esse é um nome tradicional, usado por historiadores, arqueólogos, teólogos e estudiosos para distinguir esse templo dos demais.
Nas Escrituras, os nomes mais comuns são:
- “O Templo do Senhor” (2 Crônicas 2:1; 3:3; 5:1)
- “A Casa do Senhor” (1 Reis 6:1; 2 Crônicas 5:14)
- “A Casa de Deus” (2 Crônicas 3:3; Esdras 5:2)
- “A Casa do Senhor Deus” (1 Crônicas 22:1)
- “Esta Casa” (1 Reis 8:18-20)
- “O Templo” (diversas passagens)
Por exemplo:
“Salomão decidiu construir um templo em honra do nome do Senhor e um palácio para si.” (II Crônicas 2:1)
Observe que o texto não diz “Templo de Salomão”, mas “um templo em honra do nome do Senhor”.
Outro exemplo:
“No quarto ano do reinado de Salomão… começou ele a edificar a Casa do Senhor.” (I Reis 6:1)
E ainda:
“Assim se concluiu toda a obra que Salomão fez para a Casa do Senhor.” (II Crônicas 5:1)
Por que, então, chamamos de “Templo de Salomão”?
Porque existem vários templos mencionados na história bíblica:
- O Tabernáculo de Moisés (santuário móvel).
- O Primeiro Templo, construído por Salomão — chamado tradicionalmente de Templo de Salomão.
- O Segundo Templo, reconstruído por Zorobabel após o exílio babilônico.
- O Templo ampliado por Herodes, o Grande, conhecido como Templo de Herodes (uma grande reforma e ampliação do Segundo Templo).
Assim, o nome “Templo de Salomão” é uma designação histórica e didática.
Não é um nome oficial dado pelas Escrituras Sagradas.
É recomendável substituir o título “Templo de Salomão” por “O Templo do Senhor construído por Salomão”, pois essa expressão é fiel ao texto bíblico e, ao mesmo tempo, identifica claramente qual templo está sendo estudado. É uma solução elegante e adequada para um livro de caráter expositivo.
Lembrando que, a construção do Templo de Jerusalém foi um dos maiores acontecimentos da História do povo de Israel. Não se tratava apenas da edificação de um magnífico edifício, mas da concretização de um projeto concebido no coração de Deus para que o seu povo tivesse um lugar dedicado ao culto, à adoração, aos sacrifícios e à manifestação da sua presença.
Embora Davi desejasse construir o Templo, Deus determinou que essa honra seria concedida ao seu filho Salomão. Coube a Davi preparar todos os recursos necessários para essa grande obra. O rei reuniu ouro, prata, bronze, ferro, madeira, pedras preciosas e inúmeros outros materiais, além de incentivar os líderes e todo o povo a contribuírem voluntariamente.
Ao estudarmos este capítulo, observamos não apenas a impressionante quantidade de riquezas empregadas na construção do Templo, mas também a humildade de Davi ao reconhecer que tudo pertencia ao Senhor. A verdadeira grandeza daquela obra não estava somente no seu valor material, mas na disposição de um povo que ofertou com alegria e gratidão para a glória de Deus.
Essa narrativa também nos ensina que Deus continua procurando corações voluntários, pois toda obra realizada para o seu Reino deve nascer da gratidão, da obediência e do amor ao Senhor.
As ofertas bilionárias de Davi e do povo para a construção do Templo.
Texto base: I Crônicas 29:1-7,13-14
1 Então o rei Davi disse a toda a assembleia: “Meu filho Salomão, e só ele, foi quem Deus escolheu. Mas ele é jovem e inexperiente, e a tarefa é grande, pois o palácio não será feito para homens, mas para o Senhor Deus.
2 Forneci grande quantidade de recursos para o trabalho do templo do meu Deus: ouro, prata, bronze, ferro e madeira, bem como ônix para os engastes, e ainda turquesas, pedras de várias cores e todo tipo de pedras preciosas, e mármore.
4 Ofereço, pois, cento e cinco toneladas de ouro puro de Ofir e duzentos e quarenta e cinco toneladas de prata refinada, para o revestimento das paredes do templo,
5 para o trabalho em ouro e em prata, e para todo o trabalho dos artesãos. Agora, quem hoje está disposto a ofertar dádivas ao Senhor?”
6 Então os chefes das famílias, os líderes das tribos de Israel, os comandantes de mil e de cem, e os oficiais encarregados do trabalho do rei ofertaram espontaneamente.
7 Para a obra do templo de Deus eles deram cento e setenta e cinco toneladas de ouro e dez mil moedas de ouro, trezentas e cinquenta toneladas de prata, seiscentas e trinta toneladas de bronze e três mil e quinhentas toneladas de ferro.
13 Agora, nosso Deus, damos-te graças, e louvamos o teu glorioso nome.
14 “Mas quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos contribuir tão generosamente como fizemos? Tudo vem de ti, e nós apenas te demos o que vem das tuas mãos.” (NVI)
Observação do autor: Um grama de ouro vale hoje aproximadamente R$ 139,72. Ao convertermos os valores do ouro ofertado por Davi e pelos líderes de Israel para os dias atuais, percebemos que se trata de uma oferta de valor bilionário. Essa extraordinária contribuição demonstra o amor, a dedicação e o compromisso daquele povo com a Casa de Deus.
A grandiosidade do Templo e a fragilidade do homem
Texto base: II Crônicas 2:1-6
1 Salomão deu ordens para a construção de um templo em honra do nome do Senhor e de um palácio para si mesmo.
2 Ele designou setenta mil homens como carregadores, oitenta mil como cortadores de pedras nas colinas e três mil e seiscentos como capatazes.
3 Depois Salomão enviou esta mensagem a Hirão, rei de Tiro: “Envia-me cedros como fizeste para meu pai Davi, quando da construção do palácio dele.
4 Agora estou para construir um templo em honra do nome do Senhor, o meu Deus, e dedicá-lo a ele, para queimar incenso aromático diante dele, apresentar regularmente o pão consagrado e fazer holocaustos todas as manhãs e todas as tardes, nos sábados, nas luas novas e nas festas fixas do Senhor, o nosso Deus. Esse é um decreto perpétuo para Israel.
5 O templo que vou construir será grande, pois o nosso Deus é maior do que todos os outros deuses.
6 Mas quem é capaz de construir um templo para ele, visto que os céus não podem contê-lo, nem mesmo os mais altos céus? Quem sou eu, então, para lhe construir um templo, a não ser como um lugar para queimar sacrifícios perante ele?
A riqueza de detalhes e a matemática de Deus nas medidas do Templo
Texto base: II Crônicas 3:1-17
1. Então Salomão começou a construir o templo do Senhor em Jerusalém, no monte Moriá, onde o Senhor havia aparecido a seu pai Davi, na eira de Araúna, o jebuseu. Local providenciado por Davi.
2. Ele começou a construir no segundo dia do segundo mês do quarto ano de seu reinado.
3. Os alicerces que Salomão lançou para o templo de Deus tinham vinte e sete metros de comprimento e nove metros de largura, pela medida antiga.
4. O pórtico da entrada do templo tinha nove metros de largura e nove metros de altura. Ele revestiu de ouro puro o seu interior.
5. Recobriu de pinho o átrio principal, revestiu-o de ouro puro e o decorou com desenhos de tamareiras e correntes.
6. Ornamentou o templo com pedras preciosas. O ouro utilizado era de Parvaim.
7. Também revestiu de ouro as vigas do forro, os batentes, as paredes e as portas do templo, e esculpiu querubins nas paredes.
8. Fez o Lugar Santíssimo, com nove metros de comprimento e nove metros de largura, igual à largura do templo. Revestiu de vinte e uma toneladas de ouro puro o seu interior.
9. Os pregos de ouro pesavam seiscentos gramas. Também revestiu de ouro as salas superiores.
10. No Lugar Santíssimo esculpiu e revestiu de ouro dois querubins,
11. os quais, de asas abertas, mediam juntos nove metros. Cada asa, de dois metros e vinte e cinco centímetros, tocava, de um lado, na parede do templo,
12. e do outro lado, na asa do outro querubim.
13. Assim os querubins, com asas que se estendiam por nove metros, estavam de pé, de frente para o átrio principal.
14. Ele fez o véu de tecido azul, roxo, vermelho e linho fino com querubins desenhados nele.
15. Fez na frente do templo duas colunas, que juntas tinham dezesseis metros, cada uma tendo em cima um capitel com dois metros e vinte e cinco centímetros.
16. E fez correntes entrelaçadas e colocou-as no alto das colunas. Fez também cem romãs, colocando-as nas correntes.
17. Então levantou as colunas na frente do templo, uma ao sul, outra ao norte; à que ficava ao sul deu o nome de Jaquim, e à que ficava ao norte, Boaz. (NVI)
Salomão construiu um Templo para Deus habitar para sempre
Texto base: II Crônicas 6:1-6
1 E Salomão exclamou: “O Senhor disse que habitaria numa nuvem escura!
2 Na realidade construí para ti um templo magnífico, um lugar para nele habitares para sempre!”
3 Depois o rei virou-se e abençoou toda a assembleia de Israel, que estava ali de pé.
4 E disse: “Bendito seja o Senhor, o Deus de Israel, que por suas mãos cumpriu o que prometeu com sua própria boca a meu pai Davi.
5 ‘Desde o dia em que tirei meu povo do Egito, não escolhi nenhuma cidade das tribos de Israel para nela construir um templo em honra do meu nome, nem escolhi ninguém para ser o líder do meu povo Israel.
6 Mas agora escolhi Jerusalém para o meu nome ali estar e escolhi Davi para governar Israel, o meu povo.”
A atitude reverente de um rei diante de Deus e do povo
Texto base: II Crônicas 6:12-14,18,30,41
12 Depois Salomão colocou-se diante do altar do Senhor, diante de toda a assembleia de Israel, e levantou as mãos para orar.
13 Ele havia mandado fazer uma plataforma de bronze… Ficou de pé sobre ela, depois ajoelhou-se diante de toda a assembleia de Israel e estendeu as mãos para o céu.
14 E orou: “Senhor, Deus de Israel, não há Deus como tu nos céus e na terra! Tu que guardas a tua aliança de amor com os teus servos que, de todo o coração, andam segundo a tua vontade.”
18 “Mas será possível que Deus habite na terra com os homens? Os céus, mesmo os mais altos céus, não podem conter-te. Muito menos este templo que construí!”
30 “…ouve dos céus, o lugar da tua habitação… Perdoa e trata cada um de acordo com o que merece, visto que conheces o seu coração. Sim, só tu conheces o coração do homem.”
41 “Agora, levanta-te, ó Senhor, ó Deus, e vem para o teu lugar de descanso, tu e a arca do teu poder.”
Observação do autor: Li essa oração ajoelhado, com as mãos levantadas para o céu. A leitura durou aproximadamente seis minutos.
Conclusão
O relato da preparação e da construção do Templo revela que Deus é digno do melhor que o homem pode oferecer. Davi, mesmo sabendo que não seria o construtor, dedicou seus bens, seu tempo e sua liderança para preparar uma obra destinada exclusivamente à glória do Senhor. Os líderes e todo o povo responderam com igual generosidade, demonstrando que a verdadeira adoração também se expressa por meio da liberalidade e da dedicação voluntária.
Ao mesmo tempo, Salomão reconheceu que toda a grandiosidade do Templo era insuficiente para conter a majestade divina. Deus não pode ser limitado por edifícios, por mais suntuosos que sejam. O valor daquela construção estava em ser um lugar separado para o culto, a oração e a manifestação da presença de Deus entre o seu povo.
Assim, este primeiro capítulo nos ensina que toda obra realizada para Deus deve ser marcada pela excelência, pela reverência e pela gratidão. Mais importante do que o valor material das ofertas é o coração daquele que as apresenta, pois tudo pertence ao Senhor, e nós apenas lhe devolvemos aquilo que procede de suas mãos.
II DA GLÓRIA DO TEMPLO À HABITAÇÃO DE DEUS NO CORAÇÃO DO SEU POVO
Introdução
Depois de concluída a grandiosa construção do Templo, chegou o momento mais esperado por todo o povo de Israel: a sua dedicação ao Senhor. Salomão compreendia que toda a beleza, riqueza e imponência daquela obra somente teriam sentido se Deus aceitasse aquele lugar como um espaço consagrado ao seu nome.
A oração de dedicação feita por Salomão é uma das mais belas registradas nas Sagradas Escrituras. Nela, o rei demonstra profunda reverência diante da majestade divina, reconhecendo que nem os céus, nem o mais alto dos céus, podem conter a grandeza de Deus. O Templo não seria a morada exclusiva do Senhor, mas o lugar escolhido para que o povo se reunisse em adoração, oração e sacrifícios.
A resposta divina foi imediata. Deus enviou fogo do céu, consumiu os sacrifícios e encheu o Templo com a sua glória. Entretanto, o mesmo Deus que aprovou aquela obra também advertiu que sua permanência entre o povo dependeria da fidelidade à sua aliança. O esplendor do Templo jamais substituiria a obediência.
Os acontecimentos registrados neste capítulo apontam para uma verdade ainda maior revelada no Novo Testamento: Deus sempre desejou habitar no meio do seu povo e, por meio de Jesus Cristo, fez dos seus filhos o verdadeiro templo do Espírito Santo.
Deus respondeu à oração de Salomão e inaugurou o Templo com fogo
Texto base: II Crônicas 7:1-3
1 Assim que Salomão acabou de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios, e a glória do Senhor encheu o templo.
2 Os sacerdotes não conseguiam entrar no templo do Senhor, porque a glória do Senhor o enchia.
3 Quando todos os israelitas viram o fogo descendo e a glória do Senhor sobre o templo, ajoelharam-se no pavimento, chegando o rosto ao chão, adoraram e deram graças ao Senhor, dizendo:
“Ele é bom; o seu amor dura para sempre.” (NVI)
A presença de Deus de forma condicional
Texto base: II Crônicas 7:11-15
11 Quando Salomão acabou de construir o templo do Senhor e o palácio real, executando bem tudo o que tinha em mente realizar no templo do Senhor e em seu próprio palácio,
12 o Senhor lhe apareceu de noite e disse: “Ouvi sua oração e escolhi este lugar para mim como um templo para sacrifícios.
13 Se eu fechar o céu para que não chova, ou mandar que os gafanhotos devorem o país, ou sobre o meu povo enviar uma praga,
14 se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.
15 De hoje em diante os meus olhos estarão abertos e os meus ouvidos atentos às orações feitas neste lugar. (NVI)
Todas as riquezas do Templo, seu luxo, glórias e honras foram reduzidas a pó e cinzas
Texto base: II Crônicas 7:19-22
19 “Mas, se vocês se afastarem de mim e abandonarem os decretos e os mandamentos que lhes dei,
20 arrancarei Israel da terra que lhes dei e lançarei para longe da minha presença este templo que consagrei ao meu nome. Farei dele motivo de zombaria e desprezo entre todos os povos.
21 E, embora agora este templo seja imponente, todos os que passarem por ele ficarão espantados e perguntarão: ‘Por que o Senhor fez uma coisa dessas a esta terra e a este templo?’
22 E responderão: ‘Porque abandonaram o Senhor, o Deus de seus antepassados, que os tirou do Egito, apegaram-se a outros deuses, adorando-os e prestando-lhes culto. Por isso ele trouxe sobre eles toda esta desgraça.’ (NVI)
Deus não desistiu de ter seu Templo para adoração, louvor e sacrifícios
A base do novo Templo
Texto base: Deuteronômio 32:31
31 “Pois a rocha deles não é como a nossa Rocha, como até os nossos inimigos reconhecem.”
A casa de Deus construída com segurança
Texto base: Mateus 7:24-25
24 “Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha.
25 Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha.”
A casa espiritual e o sacerdócio santo para substituir os sacrifícios do suntuoso Templo que fora destruído
Texto base: I Pedro 2:4-5
4 À medida que se aproximam dele, a Pedra Viva — rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus e preciosa para ele —
5 vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo.
Enfim, o maior e mais rico Templo feito pelas mãos de Deus
Texto base: I Coríntios 6:19
19 Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo, que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos?
Conclusão
O Templo de Salomão foi uma das maiores realizações da história de Israel. Sua beleza, suas riquezas e sua grandiosidade impressionaram gerações e testemunharam o zelo de um povo que desejava honrar o nome do Senhor. Contudo, as Escrituras mostram que nem o ouro, nem a prata, nem as pedras preciosas foram capazes de preservar aquele edifício quando Israel abandonou a aliança com Deus.
A destruição do Templo tornou-se um testemunho permanente de que a presença do Senhor nunca esteve condicionada à imponência de construções humanas, mas à fidelidade do seu povo. O Deus que encheu aquele santuário com a sua glória continua sendo o mesmo Deus que busca adoradores sinceros.
No Novo Testamento, esse propósito alcança sua plenitude. Em Cristo, Deus estabelece um templo que jamais poderá ser destruído por exércitos ou pelo tempo. Os que creem em Jesus são edificados como pedras vivas sobre o fundamento inabalável da Rocha Eterna, formando uma casa espiritual onde o Espírito Santo habita continuamente.
Assim, a maior riqueza não está em edifícios revestidos de ouro, mas na presença de Deus habitando no coração daqueles que lhe pertencem. Essa continua sendo a verdadeira Casa de Deus na Terra, edificada pelo próprio Senhor e destinada a manifestar sua glória até a consumação dos séculos.
Me. Expedito Darcy da Silva